DIA DAS CRIANÇAS | Pajens e daminhas


Há quem prefira cortejos de adultos, mas não há como negar que daminhas e pajens são um momento muito especial do casamento. Surpreendentes, as crianças que abrem as cerimônias ao redor do mundo são alvo de muita risada e suspiros. Porém, para que tudo esteja de acordo com o restante da festa a produção e direcionamento são indispensáveis, mesmo para os menores.

 

O cabeleireiro Viktor I, há mais de 20 anos no mercado, tem muita experiência com a produção de daminhas e pajens. “As meninas adoram, porque é um momento delas. Elas se arrumam como as mães e ficam super contentes”. Contudo, para que isso seja possível alguns cuidados são tomados: linhas especiais de produtos sem álcool, e penteados mais leves, que não machuquem ou puxem muito os cabelos.

 

Pajens e daminhas cabelos

 

“E geralmente elas vêm ao salão, se arrumam e já vão embora com as mães. Criança não fica aqui, porque elas se cansam ficam irritadas.” Para Viktor é preciso pensar, sobretudo, naquela soneca antes da cerimônia, fazer algo que a deixe mais livre não estragará a produção na festa. Mesmo quando há maquiagem é um pouquinho de gloss; para os meninos uma ajeitada no cabelo com gel ou pasta é o suficiente.

 

E, na hora de coordenar toda a turma para entrar na igreja é fundamental que o cerimonial esteja presente. Sandra Colin diz: “quanto menor mais bonitinho, porém muito mais arriscado. As crianças são imprevisíveis”. Para ela a idade ideal seria a partir de 5 anos, mas claro deve-se contar ante de qualquer coisa com o nível de timidez dos pequenos.

 

Pajens e daminhas

 

Pensando no visual da entrada ela aconselha que muitas crianças ficam mais bonitas, mas não necessariamente precisam formar casais. Porém, com todo o profissionalismo é preciso que alguém da família, de preferência os pais,fiquem cuidando das crianças antes da entrada. O resto é deixar por conta delas, e rir de histórias que possam surgir.

 

E isto é o que não falta. “Uma vez a daminha não parava de pular no altar e as alianças rolaram embaixo do vestido da noiva. Por sorte estava olhando e vi quando caiu, e fui até o altar disfarçando arrumar o vestido da noiva, apalpando o chão para encontrar as alianças. Por sorte achei em tempo, agora, se eu não tivesse visto quando o padre pedisse as alianças ninguém saberia onde elas estavam”, conta Sandra. 

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