A Ovelha Negra do Underwear


“Uma mulher que pensa em si mesma, e é segura sobre seu corpo”, é o que diz Maria Eduarda Malucelli sobre o seu público-alvo. E, claro, não poderia ser diferente, para uma marca de lingerie que busca aliar estética à funcionalidade das peças modeladoras. Hoje, a coluna DAQUI traz a Ovelha Negra, que surgiu, na metade do ano passado, como um projeto de TCC para o curso técnico de moda do Senai, e prepara-se para lançar a primeira coleção com conceito de beleza e conforto.

 

 

Maria Eduarda se apaixonou pelo ramo de underwear ainda durante as aulas. O curso, iniciado em 2011, a colocou em contato com o público masculino, mas, por iniciativa de alguns professores, ela mudou para a produção de lingeries, pelas quais se apaixonou. Com o projeto de conclusão de curso pronto, Maria Eduarda resolveu inscrevê-lo no concurso “Desafio Brasil” do próprio Senai e foi aí que a empresa começou a tomar forma. “Como para passar de fase era preciso responder aos questionários sobre a empresa, comecei a estudar e montar o plano de negócios e tudo mais”. Ao final da competição, a Ovelha Negra levou o primeiro lugar no prêmio da categoria de aluno Senai, o que possibilitou o contato com diversos investidores e pessoas interessadas em dar continuidade ao projeto.

 

 

O conceito principal da marca surgiu da pesquisa acerca dos produtos oferecidos atualmente às mulheres para definir a silhueta. Para Maria Eduarda, hoje, no mundo da lingerie “ou você tem estética, ou funcionalidade”. Os modeladores que existem com a finalidade de te fazer sentir melhor, mais bonita; não cumprem esta função, pois não estão atrelados a uma estética agradável. Isso sem falar de quando nem sua própria função cumpre. “O produto, às vezes, drena em um lugar e incha outra parte do corpo”.  Pensando nessa necessidade a Ovelha Negra surge para te dar estrutura e beleza. Um modelador do qual você não sentirá vergonha alguma.

 

O primeiro feedback veio da venda de algumas peças piloto para um grupo mais próxima da marca. “Eles ajudaram muito me dizendo que cores preferiam ou como as peças se ajustavam”, conta Maria Eduarda. O seu público-alvo não será nada restrito, afinal, que mulher não quer se sentir bem e bonita? Mas, em um primeiro momento, as pessoas com perfil mais alternativo serão os primeiros a experimentar a novidade. “Porque é um público mais desprendido e mais aberto ao novo, talvez”. A Ovelha Negra, ainda tem uma filosofia embutida, o nome foi escolhido para passar este ar de mistério, da mulher que veste uma lingerie para si, que tem um ‘que’ feminista e por ser segura de suas atitudes atrai a atenção e admiração daqueles que estão ao seu redor. Se você se identificou, fique atenta ao Even More que divulgaremos o lançamento da primeira coleção, inspirada na Olaria Design. 

 

 

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